No âmbito das atividades desenvolvidas pelo Departamento de Ciências Sociais e Humanas (EMRC, Geografia e História) alunos do 9º ano de escolaridade participaram numa enriquecedora visita de estudo a Cracóvia, uma das cidades mais históricas e culturais da Europa. Na mala cada um levou boa disposição e expectativa ao que se somou o desejo de conhecer um país tão marcado pela história (IIª Guerra Mundial)
Foi uma experiência única de aprendizagem, convivência e descoberta, que certamente ficará na memória de todos.
Cracóvia_ 26 fevereiro_ Bairro Judaico, Gueto e Fábrica de Schindler
“Aquele que salva uma vida salva o mundo inteiro.” (Oskar Schindler)
Após o primeiro dia de viagem e de um rápido passeio pela Praça do Mercado Principal (Rynek Glówny), onde visitamos a Basílica de Santa Maria, o Mercado, a Igreja de São Pedro e São Paulo, a Igreja de Santo Adhalberto e a Cabeça de Eros Bendato (obra do escultor Igor Mitoraj) iniciámos um novo dia visitando o Bairro Judaico de Kazimierz, Gueto e Fábrica de Oskar Schindler, dum industrial alemão, espião e Membro do Partido Nazi, que salvou a vida a 1200 judeus durante o Holocausto, empregando-os nas suas fábricas de esmaltes e munições.
Cracóvia_27 de fevereiro_Wieliczka/Minas de Sal_Cracóvia_Colina de Wawel
No terceiro dia da nossa visita fomos “convidados” a sair de Cracóvia. A cerca de 15 km visitámos as impressionantes Minas de Sal de Wieliczka, uma verdadeira obra-prima subterrânea, onde história, arte e tradição se encontram a dezenas de metros de profundidade.
De regresso à cidade um passeio pela majestosa Colina de Wawel, com vista privilegiada sobre o rio Vístula, um local onde a história e a beleza natural se misturam.
Cracóvia_28 de fevereiro_Campos de concentração: Auschwitz – Auschwitz I e Auschwitz II – Birkenau
“Those who not remember the past are condemned to repeat it” (George Santayana)
Ao quarto dia o momento mais marcantes da nossa deslocação a Cracóvia, a visita a Auschwitz-Birkenau. Mais do que um local histórico, um espaço de memória e aprendizagem, onde os alunos puderam compreender, de forma orientada e contextualizada, as consequências do extremismo, da intolerância e da negação dos direitos humanos.
Este contacto direto com a História reforçou a importância da empatia, do respeito pela dignidade humana e da responsabilidade coletiva na construção de uma sociedade mais humana.





















































